
UMA SIMULAÇÃO GROSSEIRA COM INFLUÊNCIA NO RESULTADO
Independentemente da urgente “batalha” que o Benfica tem de travar contra a Sport TV e contra outras estações públicas de rádio e televisão por deturpação frequente e dolosa do que se passa no terreno de jogo – e isto é uma “batalha” que tem de ser preparada em todos os pormenores para ter êxito –, de imediato o Benfica deve apresentar à comissão disciplinar da Liga uma queixa contra Allan, jogador do Braga, por ter simulado uma agressão da qual resultaram dois factos com influência directa no resultado: expulsão de Javi Garcia e golo do Braga, por ter sido marcada ao contrário uma falta.
À semelhança do que aconteceu a Lisandro Lopes, castigado por simulação de um penalty inexistente contra o Benfica, do qual resultou um empate – ou seja, um facto com influência directa no resultado, que, sem a simulação, se teria saldado numa derrota do Porto -, também agora, numa situação bem mais grave, o comportamento de Alan deve ser formalmente denunciado para ser punido. As imagens de frente são inequívocas.
É claro que esta queixa formulada com base em simulação pressupõe, como não pode deixar de ser, que o árbitro foi enganado pelo jogador do Braga. Ora, sabe-se que não é assim. O árbitro, no caso o árbitro assistente, não foi enganado – ele próprio participou na batota. Mas terá de se fazer de conta que não foi assim para desse modo se alcançar a punição do jogador batoteiro, um provocador ao serviço de outro clube.
O Benfica não deve hesitar em seguir esta via.
Um outro aspecto que igualmente tem de merecer uma particular atenção na luta pela verdade desportiva é a questão dos clubes satélites. É também uma questão que tem de ser tratada com cautela, mas não pode ser adiada por mais tempo.
Para concluir: já se sabe que Cosme Machado será o árbitro que apitará o Porto na próxima segunda-feira em Leiria. Com Machado na arbitragem e com o Leiria a jogar como jogou em Campanhã nem vale a pena realizar o jogo…





























