sexta-feira, 13 de outubro de 2017

SPORTING, MENTALIDADE DE CLUBE PEQUENO




O CASO DE OLEIROS
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A choradeira que o Sporting fez por ir jogar a Oleiros, um clube da terceira divisão, é exemplar da pequenez do Sporting como clube.

Jorge Jesus disse o que todos ouvimos. Que o sintético era isto, mais aquilo. Enfim, depois de o clube de Castelo Branco (distrito) estar tão alegre por receber um clube da primeira divisão, depois de ter gasto (e a câmara municipal) tanto dinheiro para receber condignamente os visitantes, o Sporting fez tudo o que estava ao seu alcance para não ir.

Podem apresentar os argumentos que quiserem – e de facto, os sportinguistas que durante a tarde falaram na SPORT TV+ disseram tanta asneira – mas a ideia com que se ficou foi a de que estavam com medo. Ou, como é muito provável num clube como o Sporting, que eram demasiado importantes para jogar em Oleiros. Que pequenez!

E lembrar-se a gente que a Argentina jogou esta semana a 2850m de altitude para as eliminatórias do Mundial; que a selecção portuguesa, como todas as outras do seu grupo, jogou em Andorra, em terreno sintético, sábado passado; que o Benfica, para a Liga dos Campeões, jogou na fase de grupos em campos sintéticos em Astana (Cazaquistão) e para os oitavos de final em S. Petersburgo (Rússia). E o Sporting não podia jogar em Oleiros. É muito triste ser tão pequeno.

Desde há muito entendo que o Benfica perde demasiado tempo com o Sporting. O Benfica tem de se preocupar é com o Porto. Que, além de ser um rival à altura, até foi capaz de colonizar o Sporting, pondo-o a “trabalhar” ao seu serviço.

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