quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

JESUS É MESMO RELES




ALÉM DE RELES, É ANALFABETO



É difícil transcrever as baboseiras que Jesus debita nas conferências de imprensa e que parecem fazer as delícias dos ruis santos deste país. E é difícil porque Jesus é analfabeto. Não sabe falar, não conhece as palavras nem o seu significado, não sabe o que é um verbo, não o sabe conjugar, enfim, é um daqueles tipos que se tivesse um mínimo de vergonha não falaria em público. Tempo houve em que as pessoas como Jesus não falavam em público. Tinham vergonha do seu analfabetismo. Como é rico à custa dos magnânimos salários que o Benfica lhe pagou – que lhe pagou para perder mais do que aquilo que ganhou – acha-se no direito de “vomitar” umas palavras em público, deixando aos ouvintes o encargo de as interpretar.

Hoje, ou já ontem, no fim do jogo com o Setúbal, em vez de falar do seu clube, teve mais uma vez que falar do Benfica equiparando-o, se bem percebemos o seu balbuciar, a um Ferrari. Mas como sempre, os elogios de Jesus são fruto de uma mente mesquinha e pequenina, já que ele o que verdadeiramente tinha em mente era insultar Rui Vitória - considerá-lo inapto, por falta de "unhas", para conduzir um carro daquela categoria.

Independentemente do insulto a Rui Vitória, que este certamente sacudirá como quem sacode lixo seco, o que do ponto de vista do treinador do Sporting acaba por ser relevante é a desgraduação implícita que ele faz do clube que treina – o Sporting – relativamente ao Benfica. Se o Benfica é um Ferrari, o que será o Sporting? É o que qualquer adepto do Sporting perguntará. Além de perguntar também por que razão Jesus desde que se levanta até que se deita só pensa no Benfica?

Mas Jesus foi mais longe, foi, como noutra ocasião Joaquim Rita já lhe chamou, um tipo reles. De facto, não considerar Rui Vitória como colega por não ser um treinador é algo que só mesmo um analfabeto sem princípios pode afirmar.

Jesus fala do seu passado no Benfica como se fosse um passado recheado de vitórias. Ora, qualquer benfiquista sabe que Jesus foi humilhado pelo Porto no segundo ano em que esteve ao serviço Benfica e nos dois seguintes perdeu tudo o que havia para ganhar, excepto a tacinha da liga. Perdeu tudo, porque sempre que jogava contra o Porto tinha de "usar fraldas". E isso é que o deveria envergonhar. Se tem vitórias de que se pode vangloriar juntamente com os excelentes jogadores que teve ao seu serviço bem como da estrutura que teve a apoiá-lo, também tem derrotas vergonhosas e frustrantes de que nunca nenhum benfiquista se esquecerá.

O importante, independentemente das manifestações malcriadas de Jesus, o que interessa, é que o Benfica já está em segundo lugar, para grande nervosismo do Sporting. E a experiência diz-nos que se Jesus sentir porfiadamente alguém nos seus calcanhares acabará por claudicar. Não tem estrutura emocional suficiente para aguentar a pressão.

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